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"Tu te tornas responsável por tudo aquilo que cativas".

Antoine de Saint-Exupery











sexta-feira, 11 de março de 2011

...

...e o coração já não bate,
não sente, não teme.
Voltou a viver dos velhos sonhos!

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Não é nada... só sou mulher!

A vida está repleta de situações diversificadas e com vários graus de complexidade. Ninguém está salvo disso - vexames, micos, ficar no vácuo, dificuldades financeiras, etc... - , não é segredo pra ninguém, quer dizer, algumas situações fazemos segredo sim! Porém, meu caro, o que quero dizer é que existe uma categoria que tem maiores dificudades. Andam num certo estágio probatório fixo.
Desde que o mundo é mundo, nós mulheres, temos que conviver com o estigma da culpa do pecado original e da influencia na decadência de Adão e de seus decendêntes [mesmo Jesus tendo vindo e nos dado o perdão]. E por este feito tivemos castigos severos que cumprimos até hoje.
A mulher leva uma vida polivalente - esposa, mãe e mulher. E ainda assim há quem diga que levamos uma boa vida!
Ao nascermos, temos uma criação diferente dos meninos, sofremos recriminações, não podemos nada!! Quando crescemos continuamos sem poder nada e acrescenta-se menstruar, cólicas, ginecologista anual, parto normal em hospital publico, filhos com sérios problemas de comportamento, marido preguiçoso, sogra chata, mãe implicante, chefe ranzinza, transporte publico ou engarrafamento, sem falar a fama de barbeira.
Se existir alguém que não seja mulher que passe por mais coisas que estas [poucas] citações... meu caro... não é deste planeta.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Amigos são amigos

Amigo de verdade não precisa se intitular AMIGO.
Não precisa saber tudo, nem contar tudo;
Não deve explicações, muito menos cobrá-la;
Amigo deve apenas estar presentes na ausência;
Comemorar junto;
Saber ouvir e  saber corrigir o erro do outro;
Amigo não passa a mão na cabeça, este sim deve dizer as verdades!
Se um amigo não faz isso quem poderá fazer sem magoar?
Amigo pro dia de rachar a conta, pro dia de não pagar e pro dia de pagar tudo, sem falar do dia de contar moedas;
Amigo pras horas tristes, pro abraço de consolo, pra enxugar as lágrimas que teimam em cair...
E amigo pra curtir, festejar, fazer piadas...
Pra relembrar os tempos e pra planejar;
Amigo pra ficar brigados e pra fazer as pazes;
Pra apaziguar
Pra poupá-lo do veneno alheio
Amigo pra todas as horas
Pros momentos possíveis
Amigo pro coração
Pra alma
Pra vida
Amigo que sabe ser amigo e prezar uma amizade
Ainda que ele não faça um terço do que você faz por ele!
Amigo é amigo
E vai lembrar sempre de você!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Escrever é pensar

Tão simples como pensar é escrever.
Por no papel todas as construções elaboradas de forma lógica pelo nosso eu.
Algumas vezes, nossa mente perde toda conexão com o que realmente nossa alma quer dizer, sofremos de SPA: Síndrome do Pensamento Acelerado! Atropelamos a nós mesmos. Porém, como tudo na vida, escrever bem é uma questão de prática! É preciso apenas saber o que quer falar, conhecê-lo e organízá-lo.
A arte de escrever acontece quando subtamente nos encontramos tão cheio de palavras que querem saltar de nossas mentes e como meio de escape desenhamos simbolos que de forma isolada não passa de simbolos, mas dentro de um conjunto ritmico e contextualizado dão espaço a estréia de nossas idéias, da nossa visão de mundo.
Dizer o que se pensa através da escrita é poder perpetuar a sua essência, é proporcionar que te conheçam e conhecer a ti mesmo.

domingo, 12 de setembro de 2010

Sonhos de Marta

Marta não sabia como entender seus passos
Pensamentos vagos, soltos no espaço
Construido em seu castelo de ilusão
Vivendo em dias cinzas, nublados
Sentindo os seus sonhos frustrados
Pra desespero do coração
Com a alma pequena e fria
Sentia morrer suas alegrias
Sepultadas em suas lágrimas vazias 
Aguadando uma sombra para descansar a solidão

Regalias

Não quero tua força de homem
Nem a tua juventude
Nem tuas promessas fúteis
Que a alma teima em nutrir
Quero apenas deleitar-me em teus braços
E poder sentir o calor que emana dos espaços
Que tua vida reserva pra mim
Quero poder escutar o pulsar do seu sangue
Em um breve espaço entre minha respiração
Poder captar o momento
Inaudível no tempo
Mas palpável ao coração

Aborto: Uma sentença injusta

O abortamento é uma prática antiga na sociedade, havendo formas e preços para todos os tipos de classe social e motivos diversificados. Entretanto, o que vem ao caso nesse instante, não são esses fatores, mas sim a defesa ao sentenciado.
A vida é algo inexplicavelmente maravilhoso e o instinto de sobrevivência está inerente ao homem.
Deus em toda sua perfeição, não deu ao homem o dom da vida e de prover vidas como uma forma de poupar esforços. Esse estado de vivência é um período importantíssimo para o aprendizado e evolução de cada indivíduo. Causar um aborto é negar a alguém a oportunidade de aprender, de evoluir, de amar...
Não adianta diminuir o mal que foi feito acreditando que nos primeiros momentos evolutivos enquanto embrião não há vida. A vida surge desde a concepção e extirpá-la é um crime previsto pela Lei dos homens e pela Lei de Deus. Os cometedores desse ato, vivem em uma realidade alternativa, pois creem que o que não se pode ser visto não receberá julgamento. Porém a consciência será o seu algoz, a sua pena! Não importa quando, mas será.

Não quero passar a idéia de um Deus intransigente e vingativo, pois creio em um Deus de amor.
A culpa será a tormenta dos dias. Uma pessoa que causou o aborto, a mulher que se submeteu ou quem a forçou a este, não conseguirá esquecer o delito. Sempre que olhar para uma criança, para uma mãe, uma família, ou até mesmo em seus momentos de reflexão será lembrado o momento do mal irreparável a um ser indefeso.
Sempre que falamos em aborto pensamos em uma vida extirpada, negada o seu direito de vir ao mundo, de existir. Mas se imaginarmos a sensação de despreso, de rejeição, de desamor a situação se torna mais complexa. As cargas negativas sentidas por esse espírito preparado por Deus para receber a sua matéria serão ínfimas. Todo o sentimento de amor e carinho é derrubado pela ira.
Um único ato desorganiza todos os própósitos da vida e tal desestruturação se dá pelo egoísmo, pela facilidade de se livrar da "carga" gerada por um ato inpensado, sendo muito mais fácil acabar com o "problema".
O amor ao próximo, a caridade, a humanidade são princípios básicos para uma vida de paz.
A paz é o bem mais almejado e estimado pelos homens e decepcionar aos ensinamentos de Cristo é perecer em uma vida sem paz!

domingo, 15 de agosto de 2010

A mágica da vida

A vida ensina as pessoas muitas coisas e o tempo é o operador desse milagre do aprendizado. Coisas que julgavamos ser importantes hoje já não são. Atitudes que tomariamos acreditando ser a melhor, hoje vemos que não é bem assim.
Tentamos a todo custo acertar, mas como seres humanos que somos... imperfeitos, nem sempre se é possível!
Ampliamos nossos horizontes, nosso circulo de amigos, nossos sonhos...Ah, os sonhos... aqueles milimétricamente planejados aos nossos 17 anos!
Pura besteira!
Crescemos, mudamos de opinião, e pronto! Inicia-se a mágica do tempo que nem nos damos conta da presença do fenômeno (se é que assim posso intitulá-lo).
Passamos a entender que nada é tão facil quanto parece e nem tão difícil assim. Nos vemos mais maduros, mais experiêntes, mais vividos.
Nossos pensamentos futuros tornam-se pretéritos e muitas vezes imperfeitos.
Aprendemos a nos dar valor, a nos entender, a dividir, a dizer não, a ponderar...
Sim, o tempo nos traz tudo isso, além da nossa idade!
Tudo muda.
Aquele noivado de anos não chega a casamento; aquela pessoa de confiaça torna-se ignorado; a faculdade trancada transforma-se em diploma; da balada pro barzinho; do chopp ao suco, e assim vai...
O universo conspira a favor de uma libertação da mediocridade, da mesmice. Não há vagas pro ócio! O tempo nos traz a sabedoria de aproveitamento, de renovação, de entendimento das circunstâncias e reação coerente a elas.
Somos bombardeados a todo instante por essa mudança. O que pensamos nesse exato momento... virou passado. O tempo passou e se incubiu de levar e de quem sabe, executar ou excluir de nossas vidas.
Ao mesmo tempo que é impressionante, torna-se bizarro!
É, a impressionante passagem da vida é bizarra, é cômica, e pra alguns até trágica. Mas acontece.
Aprendemos que não adianta rascunhar, que cada capítulo da vida é único e que nem sempre o fim justificará o meio, poque esse livro que escrevemos já é peça de teatro: podemos improvisar! Somos autores, diretores, elenco e platéia.  Temos que viver, afinal de contas nada é eterno.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Humanidade Decadente

A insegurança é um estado que põe em risco o bem estar humano. Todo indivíduo, logo, almeja pelo equilíbrio.
Chamarei de inseguro, os quais não se sentem estruturados para manter uma relação duradoura por seu simples existir. São pessoas que creem que é necessário um algo mais (ou muito mais, eu diria!) para que alguém sinta a necessidade de sua companhia. Vemos isso corriqueiramente, mas muitas vezes não nos damos conta da situação.
Medidas catastróficas são tomadas para garantir esse elo social e tornar-se o centro. Sim, eles são egocêntricos! Estão sempre perseguidos por terceiros que fantasiosamente ameacem sua relação (seja ela amigável ou amorosa), procura sempre fazer média, estar sempre presente quando solicitado ou quando não solicitado, opinar sempre a favor "ídolo", fazer intrigas em relação a outrem para garantir a primasia e claro, conhecer totalmente a vida do alvo. Quanto mais o cerco se fechar... melhor! Desde que ele esteja no meio, claro!
Acredito que estas pessoas talvez ajam de forma inconsciente (uma pequena porcentagem) ou então são desprovidas de valores éticos e morais. Aqueles ensinamentos tão simplórios que nossos pais se incubem de nos ofertar podem ser até aprendidos, porém nuca executados!
É lamentável que a sociedade esteja desprovida de humanos - seres humildes, de princípios e valores - que contenha apenas criaturas vazias e mesquinhas. Talvez o que nos reste é a fé na mudança e a convivência inglória enquanto se perdure.

terça-feira, 1 de junho de 2010

O dom de cuidar




Quando escolhi vestir-me de branco, não foi por pura vaidade ou soberba. Queria honrar ao meu desejo. O desejo mais verdadeiro que tenho que é aprender a arte de cuidar!
Fazer enfermagem é uma forma de enxergar o outro como uma vida que se entrelaça a outras muitas. E o meu papel será manter esse elo forte.
Diferente do que muitos pensam, a enfermagem e a medicina são profissões distintas com um unico principio. A medicina são as descobertas, o diagnóstico, a cura. A enfermagem é o cuidado, a criatividade, o dom. O principio de ambas: a vida!
O sentimento de sobrevivência é o único que vigora diante de qualquer circunstância. E o cuidar é o prisma para a longevidade.
Enfermagem é autonomia, paciência, arte e capacidade.
Não há heroísmo!
O fato de não pôr-mos em risco nossa integridade física não nos torna desumanos. É preciso entender que também somos vida, que estamos ligadas a tantas outras... Nosso jaleco não é uma capa de super-herói e nosso juramento não nos torna imunes.
Ser enfermeiro é ser lutador, é oferecer o auxílio quando necessário e quando esse necessário nos for possível.
Não somos invencíveis!
Somos persistentes e humildes nas derrotas e acima de tudo somos consolo nas inglórias.
Ajuda, compromisso e dedicação é nosso lema.
Dignidade é a nossa missão.
Chegará o dia em que como muitos estenderei minha mão direita e direi solenemente com voz firme: " Juro dedicar minha vida profissional a humanidade, respeitando a dignidade e os direitos da pessoa humana, exercendo a Enfermagem com consciência e dedicação, guardando sem desfalecimento os segredos que me forem confiados. Respeitando a vida desde a concepção até a morte, não participando voluntariamente de atos que ponham em risco a integridade física e psiquica do ser humano, mantendo elevado os ideais de minha profissão, obedecendo os preceitos da ética e da moral, preservando sua honra, seu prestigio e suas tradições." Entretanto, honrarei como poucos o meu juramento.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Mulher é fogo!



Nós, mulheres, somos impressionantes.
Temos a capacidade de amar, cativar, odiar, desamar... e competir!
Somos ótimas competidoras. Gostamos tanto disso quanto fazer compras!
Competimos com os homens no trabalho;
Competimos com a filha na aparência (gostamos de parecer que temos quase a mesma idade);
Competimos com nós mesmas (ou será que nenhuma de nós nunca apostou com o espelho que nunca mais iria chorar por aquele homem imprestável, que seguiriamos a dieta por um mês...?)
Mas um fato muito intrigante (além do último citado acima) é que nos sentimos bem em competir com as outras mulheres. Sim, isso é a pura verdade! Nos arrumamos por dois motivos: para eles se admirarem com nossa beleza, e para elas invejarem nossa beleza e se irritarem por eles só olharem para nós, afinal de contas, todo mundo sabe que homem bem acompanhado gosta de se exibir!
A competitividade é uma ação que nos dá estímulo, mas esse sentimento ganha mais força quando vem acompanhado da possessividade.
Isso mesmo: POS-SES-SI-VI-DA-DE.
A competitividade é secundária a esse sentimento.
Toda mulher que se preze é possessiva ao pai, ao irmão, as amigas e as inimigas também (nossos motivos de inimizade sempre são superiores aos dos outros)! Entretanto, a classe que mais sofre é a classe dos EX, ex-namorados e ex-namoradas dos nossos atuais.

Entenda melhor o Teorema dos EX:

1º Sempre que vamos a um lugar que sabemos (eventualmente...) que a ex dele (nosso atual) vai estar mostraremos classe, elegancia, charme e toda educação do mundo - ela deve entender que ele está bem acompanhado e que fez uma ótima troca por sinal.

2ºEncontrar com a atual do nosso ex requer maior capricho em nossas atitudes. Além de fazermos o que propõe o primeiro parágrafo, fazemos de tudo pra que ela perceba que ainda somos queridas e que somos melhores. Vestir-se perfeitamente é primazia. Todo detalhe é importantissimo: cabelo, maquiagem...

Parágrafo único: temos que superar até as que aparentam ser insuperáveis, o que muitas vezes é uma tarefa árdua, porém gloriosa.

Ser mulher é fogo!




domingo, 28 de fevereiro de 2010

A.M.I.Z.A.D.E


A amizade é de certa forma uma filosofia tão simples de conquistar e complexa de vivenciar.

Ninguém possui amigos iguais, cada um traz consigo algo que combine com nosso jeito. Alguns sabem ouvir, outros aconselhar, fazer rir, fazer lembrar... mas cada um de sua forma única e especial.

Não adianta querermos economizar alma. Amizade é doação, compreensão e acima de tudo paciência.

Nenhum amigo é substituível, ainda que exista alguém que saiba fazer a "função" que ele exercia, este não saberá fazê-lo coma mesma peculiaridade.

O que faz separar os amigos não é falsidade ou novas amizades, mas acredito que o que gera essa fenda muitas vezes intransponível é a nossa dificuldade de perceber que essa é a nossa vez de nos doar.

Recorde cada momento.

Perceba quantos sorrisos se abriram na sua vitória e quantos abraços te confortaram nas lágrimas.

Certa vez ouvi que não devemos gostar das pessaos apenas quando há mérito, mas também quando elas nada de importante fazem, e acreditar no outro enquanto ninguém acredita, porque é isso que nos torna humano.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Sem coração e sem alma?




Cansada de ser vista como o sexo frágil, a mulher se engajou em seus própositos: lutou pelos seus direitos e deixou de ser Amélia (algumas...). Aprendeu com a vida que depender dos homens não é algo tão enobrecedor.

Cansou de sofrer, de ser a única apaixonada, de ser a vítima!

A mulher mudou muito e alguns dizem até que pra pior. Eu particularmente não vejo essa mudança de uma forma tão negativa assim, apesar de sabermos que toda regra tem sua excessão.

Moderna, ousada, corajosa... esse é o perfil da maioria das mulheres, não podendo esquecer do apaixonada, pois apesar ser comprovado que somos o sexo forte não implica dizer que somos o sexo frio.

Por passar uma vida inerte, submissa, a mulher passou a buscar os seus objetivos, seus desejos e para que isso fosse alcançado muitas abdicaram da maternidade e do casamento, ou pelo menos postergam essa idéia. Eu acho muito justo essa decisão, pois a mulher passou a vida toda vivendo em prol do outro, mas nunca teve retorno. Cansou de amor unilateral! Mas por buscar esses desejos, ela passou a ser a desalmada, a desprovida de coração. Os homens em geral, de certa forma, ainda tem uma certa saudade da antiga Amélia, queixam-se dos nossos sentimentos (digo, alegam não tê-los), da nossa independência e pior de tudo, a nossa Autonomia.

O fato de não ter tanto jeito com crianças, ou preferir a união moderna não a torna vazia.

O problema da sociedade masculina é que eles rotularam as mulheres como mãe - esposa. Pelo amor de Deus, podemos ser o que quisermos: mãe sem ser esposa, esposa sem ser mãe, ou ambos. Fica a dica: Não somos mais Amélia e nem queremos ser Copélia, somos únicas e donas do nosso destino.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Educação vem de berço


Educação é uma coisa primordial na vida de uma pessoa. Não estou falando de ter codições finaceiras favoraveis, muito menos ter estudado em escolas caras. Para se ter educação, não se é necessário nem saber ler...

Saber se portar nos lugares é algo que para mim faz diferença. Não consigo entender como as pessoas podem entrar em um ônibus em plena tarde de sol escaldante, ir para o "fundão do buzu" e fazer aquele samba, digo, aquela baixaria. É isso mesmo: bater na chaparia do transporte e cantarolar um pagode de péssimo gosto, um tal de "relaxe na bica", que ao ser cantado em velocidade parece até não sei o quê! Eu acredito que as pessoas poderiam ter um pouco mais de senso de coletividade e respeitar um pouco o espaço do outro.

Todo mundo fala que a sociedade estigmatiza, exclui, reprime... mas na verdade, são as próprias pessoas que exercem esse papel. Parecem gostar de chamar a atenção dos outros, como se estivessem dizendo: "ei, tô aqui! Me engula...!!" Pelo amor de Deus! Quer aparecer? Mostre seu lado positivo, contribua para a sociedade de uma forma digna, não se exponha ao ridículo!

Crianças mal educadas que sobem nos acentos dos ônibus, tiram as sandálias, falam alto, tombam nos outros, lança palavrões pela janela e ainda querem ser as vítimas. Vítimas foram os ouvidos de quem passou 40 minutos ouvindo tanta barbaridade saindo de bocas infelizes que não sabiam prezar os bons costumes. Minha avó em toda sua ignorância das letras já dizia que educação vem de berço, que já viemos marcados por sermos pobres, mas que deveriamos ser pobres de vergonha.

Com toda essa situação não acredito que o problema esteja na escola, nos profissionais. O problema da educação toma uma proporção maior quando não se é praticada em casa. Os pais põem a culpa na escola, se portam como elas ou muito pior as tratam como adultos. Falam com elas como se fossem da mesma idade. Não as repreendem quando erradas. A correção só surge quando agridem a eles (pais), mas enquanto estiver incomodando o outro? PACIÊNCIA...

Eles ainda apoiam como uma forma de protesto contra a sociedade injusta em termos financeiros.

Como podemos esperar uma mudança se não fazemos acontecer enquanto pais-educadores? Como poderemos dizer que as crianças são o futuro se elas já praticam as infrações?

Pequenas mudanças fazem toda diferença!

Pratiquemos a mudança!

Pratiquemos a educação!

domingo, 25 de outubro de 2009

Um dia de cão



Tem dias que tudo da errado.

Você se atrasa para suas atividades diárias, chega tarde nos compromissos e percebe que todo mundo tá se perguntando o porquê do seu atraso. A gente finge que não percebe... e, tudo bem, tentamos continuar o nosso dia como de costume.

Mas quando as coisas estão nesse estado não existe como voltar ao normal, melhorar. Vai ser aquilo mesmo durante as próximas longas e infindáveis horas. Nesse momento, até o tempo fica de mal com a gente!

Nesse meio tempo irá aparecer pessoas te cobrando atividades, amigos mau humorados ou pior, bem humorados, que insistem em fazer brincadeirinhas num dia desse de cão.

Você fica puto da vida, porque parece que neste dia infeliz, todo mundo resolveu te notar, pedir informações, te chamar para ir ao banheiro (será que você não pode ir só?? - boas respostas são dadas em pensamento!), mas como estar de boa se você começou o dia mal? Acho que nem se os caras da obra - os "evoluidos" - gritar de lá de cima "ê lá em casa" ou "bora gostosa!" irá fazer sua auto estima subir um milímetro.

Você pede a Deus a cada minuto que você possa chegar em casa sã e salva psicologicamente.

Pronto, dá o seu horário de ir pra casa e você já sai novamente com o pé esquerdo, pois depender de ônibus pra voltar pra casa é um porre e mais porre ainda quando ele passa lotado por pessoas que desconhecem os bons costumes. São dez minutos de agonia e tortura! Quando finalmente você se vê livre daquele massacre, chega em casa, e acredita erroneamente que vai descansar, e então o seu bendito celular toca e começa a sessão de horror. No minimo é sua mãe perguntando: "menina, você comeu hoje?" "vem pra casa que dia?" "você... blá blá blá blá blá blá...". Pronto. Você consegui estabelecer uma comunicação pouco estressante com ela, ouviu algumas coisas e respondeu apenas "é ", "foi", "humrum", aquela conhecida "conversa de bêbado".

Melhor hora do dia: tomar banho. Se trancar no banheiro, tirar aquela inhaca de urubu de você por pelo menos vinte minutos, comer alguma coisa, quem sabe... Nada de campainhas, telefones, nem sonzinho de msn. O que vai curar as estigmas desse dia é o sono.


Silêncio.


"cri cri cri cri..."

-- Merda grilo, até você? (spleft!!)


Shiiiiii...

sábado, 13 de junho de 2009

Cada um com seu cada qual e ponto final!


Nada na vida é fácil, mas mais difícil do que levar a vida é relacionar-se com pessoas. Variáveis de pensamentos, jeitos... o negócio é cada um com seu cada qual. Reflito sobre as pessoas com que convivo, mesmo aquelas que não me conhecem, que passam por mim todos os dias intocáveis, mas que eu as reconheço, que passam todos os dias pelo meu caminho no ponto de ônibus, que entram no mesmo (e até quem entra em outros) transporte, estuda na mesma faculdade, enfim, pessoas que fazem parte do meu cotidiano mesmo que sejam como figurantes. Todas essas pessoas, hoje, serão protagonistas. Muito recentemente ouvi que num grupo existem três tipos de pessoas: os dominantes, os manipuladores e um terceiro que não me recordo no momento e que estes seriam os que deveriamos tomar cuidado. A princípio você deve ter dificuldade de identificar esses seres no seu dia-a-dia, mas eles estão lá!
Pessoas que sempre querem ser o centro, nunca aceitam sugestões, nunca mudam de opinião e ainda têm a petulância de dizerem que tem personalidade! Gente, ter personalidade não é ser cego e surdo para o mundo. Tá na hora de rever seus conceitos - eis aí "O Dominante". Aquele que sempre manda calar a boca, que determina o que deve-se ser feito, que nunca aparece, mas coordena... Intitulam-se como lideres.
Não, não. Líderes não comandam, gerenciam; ouvem, falam, criam estratégias junto com o grupo e não distribui tarefas - apresento-lhes "O Manipulador".
O mundo é feito de pessoas diferentes e é essa diversidade que o torna tão interessante!

A única forma de conviver com tanta diversidade é aceitar o jeito do outro. Evitar o julgamento e o preconceito é uma boa pedida pra inicio de conversa. Apontar o dedo para o outro eh o fim!! Ninguém é obrigado a fazer o que os outros querem, afinal de contas a singularidade existe.












Virgem, EU??!!




Foi-se o tempo que todas as moças (virgens ou não) faziam questão de dizer com orgulho que eram virgens. Hoje, da forma mais banal, a virgindade é um “estado do corpo” para as jovenzinhas (de no máximo 13), que são consideradas imaturas para a prática do sexo e caretice das mais velhas.
Ser virgem para a maioria dos jovens do século XXI é pertencer a uma raça estranha, oriunda do quarto sexo (pois os homossexuais já são o terceiro!!) — o sexo neutro, aquele que não relacionou-se com ninguém, o puro, o desprovido de experiências consideradas “pilares” para o bom jovem que se preze...
Não estou aqui para discutir qual a idade ideal para se ter a primeira vez, mas o porquê de iniciá-la. A gente sempre põe a culpa na mídia para todas as mudanças que ocorrem n a sociedade, mas nesse caso sou obrigada a descordar, pois pertenço a essa era da tecnologia, da informação e não possuo pensamentos corrompidos! Não tenho intenção alguma de ser moralista, mas convenhamos que a vulgaridade e a apelação ao sexo tornou-se rotulagem à maioria dos jovens.
Saias curtas, semi blusas, maquiagem forte, saltos altíssimos... é assim que se vestem as mulheres-precoces deste século. Não se vestem para se cobrirem e sim para revelar! Contar ficantes, peguetes, rolos, casinhos... agora é a moda. Agora eu pergunto: Quando chegará a moda do amor, do sentimento verdadeiro, do Eros e Psique?? Será que sua existência ficou no passado junto aos trovadores e romancistas??
Sexo não significa publicidade, status, maturidade. Sexo é vida, é amor, cumplicidade... não é pecado, muito pelo contrário, é divino! O que o torna pecado é a conexão que fazem com o profano, o impuro, o sujo. Sexo não é mais fazer amor, estado de graça, resumiu-se apenas a uma “foda”, “a furar”, “afogar o ganso”, e assim vai... isso me faz lembrar um texto de Luís Fernando Veríssimo “Dar não é fazer amor”, onde ele fala “dar é bom, é maravilhoso, desestressa, que a gente pode dar por dar, mas dar é muito e fica vazio[...]”. Eis o “x” da questão: Ficar vazio. É isso que os jovens estão se tornando, maquinas vazias em busca de prazer carnal. Sabemos que somos seres feitos de corpo e espírito e nesse caso está sendo saciada apenas a vontade do corpo, o desejo, a lascívia... mas e o espírito, quando será saciado o seu desejo? O sexo combinado a um sentimento verdadeiro, superior, pode proporcionar momentos de plenitude. Pra quê ser apenas mais uma na cama de alguém, que não deixa lembranças e nem saudade? Chega de pensamentos medíocres, revoltosos e piegas! Transar por curiosidade, prova de amor ou para fazer a mãe se sentir culpada? Isso sim é fora de moda, caretice e burrice!
Cada um tem seu direito de escolha quanto a seu corpo. Não devemos considerar as virgens bobas, nem as não virgens “putas”. O que devemos levar em conta é a consciência limpa, a certeza da escolha. Tornar-se mulher é muito mais que o alcance de uma etapa, ser mulher é como uma rosa que desabrocha em todas as fases no seu tempo e ainda quando sem cor continuam belas dentro de um livro emanando perfume da lembrança.
Meninas... sejam rosas, sejam eternas!

Quando o dia dos namorados...



Por que mulher é assim?


É sensível (algumas), chora com final de filme, grita no beijo da mocinha na novela, reclama porque a segunda opção do mocinho é sempre a vilã, abraça urso, se isola na bendita TPM...Coisas de mulher.


Mas não tem coisa mais importante do que datas. Ah, as datas. Essas são as que verdadeiramente movem nosso moinho da felicidade. Sabemos todos os aniversários — filhos, pais, irmãos, cunhados, sogra (vagamente, mas lembramos!) e demais afers que tivermos — e os aniversários de casamento, noivado, namoro, primeiro beijo e se vacilar até olhares. Mas uma data em especial é o dia dos namorados. Dia de felicidade pra umas, tristeza pra outras... mas é uma data que mexe realmente com a gente. As que não tem namorados: “mais um ano sozinha”, “é o primeiro sem ele”, “poxa, não vou ganhar nada”. Já para as que possuem um, inverta todas as frases anteriores.


Para a mulher não serve nem o 11 nem o 13 e sim o 12.


Vamos ao começo. Você pensa em várias opções de presentes para seu amado e quando você consegue escolher (pela internet) o calendário da mesinha te chama a atenção: 12 de Junho, sexta feira!! Para alguns seria ótimo, final de semana, feriadão e tals... mas péssimo para alguém que está a uns 80km dele, com uma faculdade decadente te estressando e ainda por cima grana curta. Aí ferrou! O dia já não vai ter a mesma graça. Comprar o presente com as amigas? Piorou...


Você passa a semana toda com aquelas amigas que não tem namorado (algumas por serem super exigentes) falando no seu ouvido: “comprou o presente?”, “olhaaa, tá chegando...”, tudo bem, coisas de amiga, mas o pior é quando você fala que vai passar sozinha e elas insistem: “ouxe, o principal você tem”, “pior sou eu que to só”. Nessas horas queridas amigas, nada, nada mesmo, levanta a moral de uma mulher que TEM namorado e vai passar o dia dos namorados sozinha. Fuçando uns “blogs” por ai, vi textos que falavam o quanto era péssimo ir ao shopping, cinema, assistir tv durante a semana do dia dos namorados porque só passavam coisas românticas... Gente, ela dizia PÉSSIMO! E olhe o principal, ela era solteira (pelo menos se dizia), imagine esse romantismo todo passando aos olhos de uma namorada-sozinha?


Enfim chega o grande dia que não o é mais.


Você acorda com aquela manemolência, faz o de sempre, e liga o computador para baixar músicas (programa e tanto), nessas idas e vindas de falta de ânimo você se da conta que está vegetando durante muito tempo num canto do quarto, e é nessa hora que a gente percebe o quanto somos apegadas a datas. E finalizando o dia você se encontra diante de uma (maldita) tela de computador a escrever um texto desnecessário, apenas pra passar o tempo, pois por incrível que pareça passa esse dia (12) sozinha, se preparando para as perguntas de como passou o dia dos namorados. Aí... só a graça!!


Ainda bem que 13 não caiu na sexta!