
Nós, mulheres, somos impressionantes.
Temos a capacidade de amar, cativar, odiar, desamar... e competir!
Somos ótimas competidoras. Gostamos tanto disso quanto fazer compras!
Competimos com os homens no trabalho;
Competimos com a filha na aparência (gostamos de parecer que temos quase a mesma idade);
Competimos com nós mesmas (ou será que nenhuma de nós nunca apostou com o espelho que nunca mais iria chorar por aquele homem imprestável, que seguiriamos a dieta por um mês...?)
Mas um fato muito intrigante (além do último citado acima) é que nos sentimos bem em competir com as outras mulheres. Sim, isso é a pura verdade! Nos arrumamos por dois motivos: para eles se admirarem com nossa beleza, e para elas invejarem nossa beleza e se irritarem por eles só olharem para nós, afinal de contas, todo mundo sabe que homem bem acompanhado gosta de se exibir!
A competitividade é uma ação que nos dá estímulo, mas esse sentimento ganha mais força quando vem acompanhado da possessividade.
Isso mesmo: POS-SES-SI-VI-DA-DE.
A competitividade é secundária a esse sentimento.
Toda mulher que se preze é possessiva ao pai, ao irmão, as amigas e as inimigas também (nossos motivos de inimizade sempre são superiores aos dos outros)! Entretanto, a classe que mais sofre é a classe dos EX, ex-namorados e ex-namoradas dos nossos atuais.
Entenda melhor o Teorema dos EX:
1º Sempre que vamos a um lugar que sabemos (eventualmente...) que a ex dele (nosso atual) vai estar mostraremos classe, elegancia, charme e toda educação do mundo - ela deve entender que ele está bem acompanhado e que fez uma ótima troca por sinal.
2ºEncontrar com a atual do nosso ex requer maior capricho em nossas atitudes. Além de fazermos o que propõe o primeiro parágrafo, fazemos de tudo pra que ela perceba que ainda somos queridas e que somos melhores. Vestir-se perfeitamente é primazia. Todo detalhe é importantissimo: cabelo, maquiagem...
Parágrafo único: temos que superar até as que aparentam ser insuperáveis, o que muitas vezes é uma tarefa árdua, porém gloriosa.
Ser mulher é fogo!
