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"Tu te tornas responsável por tudo aquilo que cativas".

Antoine de Saint-Exupery











sábado, 13 de junho de 2009

Cada um com seu cada qual e ponto final!


Nada na vida é fácil, mas mais difícil do que levar a vida é relacionar-se com pessoas. Variáveis de pensamentos, jeitos... o negócio é cada um com seu cada qual. Reflito sobre as pessoas com que convivo, mesmo aquelas que não me conhecem, que passam por mim todos os dias intocáveis, mas que eu as reconheço, que passam todos os dias pelo meu caminho no ponto de ônibus, que entram no mesmo (e até quem entra em outros) transporte, estuda na mesma faculdade, enfim, pessoas que fazem parte do meu cotidiano mesmo que sejam como figurantes. Todas essas pessoas, hoje, serão protagonistas. Muito recentemente ouvi que num grupo existem três tipos de pessoas: os dominantes, os manipuladores e um terceiro que não me recordo no momento e que estes seriam os que deveriamos tomar cuidado. A princípio você deve ter dificuldade de identificar esses seres no seu dia-a-dia, mas eles estão lá!
Pessoas que sempre querem ser o centro, nunca aceitam sugestões, nunca mudam de opinião e ainda têm a petulância de dizerem que tem personalidade! Gente, ter personalidade não é ser cego e surdo para o mundo. Tá na hora de rever seus conceitos - eis aí "O Dominante". Aquele que sempre manda calar a boca, que determina o que deve-se ser feito, que nunca aparece, mas coordena... Intitulam-se como lideres.
Não, não. Líderes não comandam, gerenciam; ouvem, falam, criam estratégias junto com o grupo e não distribui tarefas - apresento-lhes "O Manipulador".
O mundo é feito de pessoas diferentes e é essa diversidade que o torna tão interessante!

A única forma de conviver com tanta diversidade é aceitar o jeito do outro. Evitar o julgamento e o preconceito é uma boa pedida pra inicio de conversa. Apontar o dedo para o outro eh o fim!! Ninguém é obrigado a fazer o que os outros querem, afinal de contas a singularidade existe.












Virgem, EU??!!




Foi-se o tempo que todas as moças (virgens ou não) faziam questão de dizer com orgulho que eram virgens. Hoje, da forma mais banal, a virgindade é um “estado do corpo” para as jovenzinhas (de no máximo 13), que são consideradas imaturas para a prática do sexo e caretice das mais velhas.
Ser virgem para a maioria dos jovens do século XXI é pertencer a uma raça estranha, oriunda do quarto sexo (pois os homossexuais já são o terceiro!!) — o sexo neutro, aquele que não relacionou-se com ninguém, o puro, o desprovido de experiências consideradas “pilares” para o bom jovem que se preze...
Não estou aqui para discutir qual a idade ideal para se ter a primeira vez, mas o porquê de iniciá-la. A gente sempre põe a culpa na mídia para todas as mudanças que ocorrem n a sociedade, mas nesse caso sou obrigada a descordar, pois pertenço a essa era da tecnologia, da informação e não possuo pensamentos corrompidos! Não tenho intenção alguma de ser moralista, mas convenhamos que a vulgaridade e a apelação ao sexo tornou-se rotulagem à maioria dos jovens.
Saias curtas, semi blusas, maquiagem forte, saltos altíssimos... é assim que se vestem as mulheres-precoces deste século. Não se vestem para se cobrirem e sim para revelar! Contar ficantes, peguetes, rolos, casinhos... agora é a moda. Agora eu pergunto: Quando chegará a moda do amor, do sentimento verdadeiro, do Eros e Psique?? Será que sua existência ficou no passado junto aos trovadores e romancistas??
Sexo não significa publicidade, status, maturidade. Sexo é vida, é amor, cumplicidade... não é pecado, muito pelo contrário, é divino! O que o torna pecado é a conexão que fazem com o profano, o impuro, o sujo. Sexo não é mais fazer amor, estado de graça, resumiu-se apenas a uma “foda”, “a furar”, “afogar o ganso”, e assim vai... isso me faz lembrar um texto de Luís Fernando Veríssimo “Dar não é fazer amor”, onde ele fala “dar é bom, é maravilhoso, desestressa, que a gente pode dar por dar, mas dar é muito e fica vazio[...]”. Eis o “x” da questão: Ficar vazio. É isso que os jovens estão se tornando, maquinas vazias em busca de prazer carnal. Sabemos que somos seres feitos de corpo e espírito e nesse caso está sendo saciada apenas a vontade do corpo, o desejo, a lascívia... mas e o espírito, quando será saciado o seu desejo? O sexo combinado a um sentimento verdadeiro, superior, pode proporcionar momentos de plenitude. Pra quê ser apenas mais uma na cama de alguém, que não deixa lembranças e nem saudade? Chega de pensamentos medíocres, revoltosos e piegas! Transar por curiosidade, prova de amor ou para fazer a mãe se sentir culpada? Isso sim é fora de moda, caretice e burrice!
Cada um tem seu direito de escolha quanto a seu corpo. Não devemos considerar as virgens bobas, nem as não virgens “putas”. O que devemos levar em conta é a consciência limpa, a certeza da escolha. Tornar-se mulher é muito mais que o alcance de uma etapa, ser mulher é como uma rosa que desabrocha em todas as fases no seu tempo e ainda quando sem cor continuam belas dentro de um livro emanando perfume da lembrança.
Meninas... sejam rosas, sejam eternas!

Quando o dia dos namorados...



Por que mulher é assim?


É sensível (algumas), chora com final de filme, grita no beijo da mocinha na novela, reclama porque a segunda opção do mocinho é sempre a vilã, abraça urso, se isola na bendita TPM...Coisas de mulher.


Mas não tem coisa mais importante do que datas. Ah, as datas. Essas são as que verdadeiramente movem nosso moinho da felicidade. Sabemos todos os aniversários — filhos, pais, irmãos, cunhados, sogra (vagamente, mas lembramos!) e demais afers que tivermos — e os aniversários de casamento, noivado, namoro, primeiro beijo e se vacilar até olhares. Mas uma data em especial é o dia dos namorados. Dia de felicidade pra umas, tristeza pra outras... mas é uma data que mexe realmente com a gente. As que não tem namorados: “mais um ano sozinha”, “é o primeiro sem ele”, “poxa, não vou ganhar nada”. Já para as que possuem um, inverta todas as frases anteriores.


Para a mulher não serve nem o 11 nem o 13 e sim o 12.


Vamos ao começo. Você pensa em várias opções de presentes para seu amado e quando você consegue escolher (pela internet) o calendário da mesinha te chama a atenção: 12 de Junho, sexta feira!! Para alguns seria ótimo, final de semana, feriadão e tals... mas péssimo para alguém que está a uns 80km dele, com uma faculdade decadente te estressando e ainda por cima grana curta. Aí ferrou! O dia já não vai ter a mesma graça. Comprar o presente com as amigas? Piorou...


Você passa a semana toda com aquelas amigas que não tem namorado (algumas por serem super exigentes) falando no seu ouvido: “comprou o presente?”, “olhaaa, tá chegando...”, tudo bem, coisas de amiga, mas o pior é quando você fala que vai passar sozinha e elas insistem: “ouxe, o principal você tem”, “pior sou eu que to só”. Nessas horas queridas amigas, nada, nada mesmo, levanta a moral de uma mulher que TEM namorado e vai passar o dia dos namorados sozinha. Fuçando uns “blogs” por ai, vi textos que falavam o quanto era péssimo ir ao shopping, cinema, assistir tv durante a semana do dia dos namorados porque só passavam coisas românticas... Gente, ela dizia PÉSSIMO! E olhe o principal, ela era solteira (pelo menos se dizia), imagine esse romantismo todo passando aos olhos de uma namorada-sozinha?


Enfim chega o grande dia que não o é mais.


Você acorda com aquela manemolência, faz o de sempre, e liga o computador para baixar músicas (programa e tanto), nessas idas e vindas de falta de ânimo você se da conta que está vegetando durante muito tempo num canto do quarto, e é nessa hora que a gente percebe o quanto somos apegadas a datas. E finalizando o dia você se encontra diante de uma (maldita) tela de computador a escrever um texto desnecessário, apenas pra passar o tempo, pois por incrível que pareça passa esse dia (12) sozinha, se preparando para as perguntas de como passou o dia dos namorados. Aí... só a graça!!


Ainda bem que 13 não caiu na sexta!