
Foi-se o tempo que todas as moças (virgens ou não) faziam questão de dizer com orgulho que eram virgens. Hoje, da forma mais banal, a virgindade é um “estado do corpo” para as jovenzinhas (de no máximo 13), que são consideradas imaturas para a prática do sexo e caretice das mais velhas.
Ser virgem para a maioria dos jovens do século XXI é pertencer a uma raça estranha, oriunda do quarto sexo (pois os homossexuais já são o terceiro!!) — o sexo neutro, aquele que não relacionou-se com ninguém, o puro, o desprovido de experiências consideradas “pilares” para o bom jovem que se preze...
Não estou aqui para discutir qual a idade ideal para se ter a primeira vez, mas o porquê de iniciá-la. A gente sempre põe a culpa na mídia para todas as mudanças que ocorrem n a sociedade, mas nesse caso sou obrigada a descordar, pois pertenço a essa era da tecnologia, da informação e não possuo pensamentos corrompidos! Não tenho intenção alguma de ser moralista, mas convenhamos que a vulgaridade e a apelação ao sexo tornou-se rotulagem à maioria dos jovens.
Saias curtas, semi blusas, maquiagem forte, saltos altíssimos... é assim que se vestem as mulheres-precoces deste século. Não se vestem para se cobrirem e sim para revelar! Contar ficantes, peguetes, rolos, casinhos... agora é a moda. Agora eu pergunto: Quando chegará a moda do amor, do sentimento verdadeiro, do Eros e Psique?? Será que sua existência ficou no passado junto aos trovadores e romancistas??
Sexo não significa publicidade, status, maturidade. Sexo é vida, é amor, cumplicidade... não é pecado, muito pelo contrário, é divino! O que o torna pecado é a conexão que fazem com o profano, o impuro, o sujo. Sexo não é mais fazer amor, estado de graça, resumiu-se apenas a uma “foda”, “a furar”, “afogar o ganso”, e assim vai... isso me faz lembrar um texto de Luís Fernando Veríssimo “Dar não é fazer amor”, onde ele fala “dar é bom, é maravilhoso, desestressa, que a gente pode dar por dar, mas dar é muito e fica vazio[...]”. Eis o “x” da questão: Ficar vazio. É isso que os jovens estão se tornando, maquinas vazias em busca de prazer carnal. Sabemos que somos seres feitos de corpo e espírito e nesse caso está sendo saciada apenas a vontade do corpo, o desejo, a lascívia... mas e o espírito, quando será saciado o seu desejo? O sexo combinado a um sentimento verdadeiro, superior, pode proporcionar momentos de plenitude. Pra quê ser apenas mais uma na cama de alguém, que não deixa lembranças e nem saudade? Chega de pensamentos medíocres, revoltosos e piegas! Transar por curiosidade, prova de amor ou para fazer a mãe se sentir culpada? Isso sim é fora de moda, caretice e burrice!
Cada um tem seu direito de escolha quanto a seu corpo. Não devemos considerar as virgens bobas, nem as não virgens “putas”. O que devemos levar em conta é a consciência limpa, a certeza da escolha. Tornar-se mulher é muito mais que o alcance de uma etapa, ser mulher é como uma rosa que desabrocha em todas as fases no seu tempo e ainda quando sem cor continuam belas dentro de um livro emanando perfume da lembrança.
Meninas... sejam rosas, sejam eternas!
Ser virgem para a maioria dos jovens do século XXI é pertencer a uma raça estranha, oriunda do quarto sexo (pois os homossexuais já são o terceiro!!) — o sexo neutro, aquele que não relacionou-se com ninguém, o puro, o desprovido de experiências consideradas “pilares” para o bom jovem que se preze...
Não estou aqui para discutir qual a idade ideal para se ter a primeira vez, mas o porquê de iniciá-la. A gente sempre põe a culpa na mídia para todas as mudanças que ocorrem n a sociedade, mas nesse caso sou obrigada a descordar, pois pertenço a essa era da tecnologia, da informação e não possuo pensamentos corrompidos! Não tenho intenção alguma de ser moralista, mas convenhamos que a vulgaridade e a apelação ao sexo tornou-se rotulagem à maioria dos jovens.
Saias curtas, semi blusas, maquiagem forte, saltos altíssimos... é assim que se vestem as mulheres-precoces deste século. Não se vestem para se cobrirem e sim para revelar! Contar ficantes, peguetes, rolos, casinhos... agora é a moda. Agora eu pergunto: Quando chegará a moda do amor, do sentimento verdadeiro, do Eros e Psique?? Será que sua existência ficou no passado junto aos trovadores e romancistas??
Sexo não significa publicidade, status, maturidade. Sexo é vida, é amor, cumplicidade... não é pecado, muito pelo contrário, é divino! O que o torna pecado é a conexão que fazem com o profano, o impuro, o sujo. Sexo não é mais fazer amor, estado de graça, resumiu-se apenas a uma “foda”, “a furar”, “afogar o ganso”, e assim vai... isso me faz lembrar um texto de Luís Fernando Veríssimo “Dar não é fazer amor”, onde ele fala “dar é bom, é maravilhoso, desestressa, que a gente pode dar por dar, mas dar é muito e fica vazio[...]”. Eis o “x” da questão: Ficar vazio. É isso que os jovens estão se tornando, maquinas vazias em busca de prazer carnal. Sabemos que somos seres feitos de corpo e espírito e nesse caso está sendo saciada apenas a vontade do corpo, o desejo, a lascívia... mas e o espírito, quando será saciado o seu desejo? O sexo combinado a um sentimento verdadeiro, superior, pode proporcionar momentos de plenitude. Pra quê ser apenas mais uma na cama de alguém, que não deixa lembranças e nem saudade? Chega de pensamentos medíocres, revoltosos e piegas! Transar por curiosidade, prova de amor ou para fazer a mãe se sentir culpada? Isso sim é fora de moda, caretice e burrice!
Cada um tem seu direito de escolha quanto a seu corpo. Não devemos considerar as virgens bobas, nem as não virgens “putas”. O que devemos levar em conta é a consciência limpa, a certeza da escolha. Tornar-se mulher é muito mais que o alcance de uma etapa, ser mulher é como uma rosa que desabrocha em todas as fases no seu tempo e ainda quando sem cor continuam belas dentro de um livro emanando perfume da lembrança.
Meninas... sejam rosas, sejam eternas!

1 comentários:
Maraaaaaaaaa.
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