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"Tu te tornas responsável por tudo aquilo que cativas".

Antoine de Saint-Exupery











domingo, 12 de setembro de 2010

Sonhos de Marta

Marta não sabia como entender seus passos
Pensamentos vagos, soltos no espaço
Construido em seu castelo de ilusão
Vivendo em dias cinzas, nublados
Sentindo os seus sonhos frustrados
Pra desespero do coração
Com a alma pequena e fria
Sentia morrer suas alegrias
Sepultadas em suas lágrimas vazias 
Aguadando uma sombra para descansar a solidão

Regalias

Não quero tua força de homem
Nem a tua juventude
Nem tuas promessas fúteis
Que a alma teima em nutrir
Quero apenas deleitar-me em teus braços
E poder sentir o calor que emana dos espaços
Que tua vida reserva pra mim
Quero poder escutar o pulsar do seu sangue
Em um breve espaço entre minha respiração
Poder captar o momento
Inaudível no tempo
Mas palpável ao coração

Aborto: Uma sentença injusta

O abortamento é uma prática antiga na sociedade, havendo formas e preços para todos os tipos de classe social e motivos diversificados. Entretanto, o que vem ao caso nesse instante, não são esses fatores, mas sim a defesa ao sentenciado.
A vida é algo inexplicavelmente maravilhoso e o instinto de sobrevivência está inerente ao homem.
Deus em toda sua perfeição, não deu ao homem o dom da vida e de prover vidas como uma forma de poupar esforços. Esse estado de vivência é um período importantíssimo para o aprendizado e evolução de cada indivíduo. Causar um aborto é negar a alguém a oportunidade de aprender, de evoluir, de amar...
Não adianta diminuir o mal que foi feito acreditando que nos primeiros momentos evolutivos enquanto embrião não há vida. A vida surge desde a concepção e extirpá-la é um crime previsto pela Lei dos homens e pela Lei de Deus. Os cometedores desse ato, vivem em uma realidade alternativa, pois creem que o que não se pode ser visto não receberá julgamento. Porém a consciência será o seu algoz, a sua pena! Não importa quando, mas será.

Não quero passar a idéia de um Deus intransigente e vingativo, pois creio em um Deus de amor.
A culpa será a tormenta dos dias. Uma pessoa que causou o aborto, a mulher que se submeteu ou quem a forçou a este, não conseguirá esquecer o delito. Sempre que olhar para uma criança, para uma mãe, uma família, ou até mesmo em seus momentos de reflexão será lembrado o momento do mal irreparável a um ser indefeso.
Sempre que falamos em aborto pensamos em uma vida extirpada, negada o seu direito de vir ao mundo, de existir. Mas se imaginarmos a sensação de despreso, de rejeição, de desamor a situação se torna mais complexa. As cargas negativas sentidas por esse espírito preparado por Deus para receber a sua matéria serão ínfimas. Todo o sentimento de amor e carinho é derrubado pela ira.
Um único ato desorganiza todos os própósitos da vida e tal desestruturação se dá pelo egoísmo, pela facilidade de se livrar da "carga" gerada por um ato inpensado, sendo muito mais fácil acabar com o "problema".
O amor ao próximo, a caridade, a humanidade são princípios básicos para uma vida de paz.
A paz é o bem mais almejado e estimado pelos homens e decepcionar aos ensinamentos de Cristo é perecer em uma vida sem paz!