O abortamento é uma prática antiga na sociedade, havendo formas e preços para todos os tipos de classe social e motivos diversificados. Entretanto, o que vem ao caso nesse instante, não são esses fatores, mas sim a defesa ao sentenciado.
A vida é algo inexplicavelmente maravilhoso e o instinto de sobrevivência está inerente ao homem.
Deus em toda sua perfeição, não deu ao homem o dom da vida e de prover vidas como uma forma de poupar esforços. Esse estado de vivência é um período importantíssimo para o aprendizado e evolução de cada indivíduo. Causar um aborto é negar a alguém a oportunidade de aprender, de evoluir, de amar...
Não adianta diminuir o mal que foi feito acreditando que nos primeiros momentos evolutivos enquanto embrião não há vida. A vida surge desde a concepção e extirpá-la é um crime previsto pela Lei dos homens e pela Lei de Deus. Os cometedores desse ato, vivem em uma realidade alternativa, pois creem que o que não se pode ser visto não receberá julgamento. Porém a consciência será o seu algoz, a sua pena! Não importa quando, mas será.
Não quero passar a idéia de um Deus intransigente e vingativo, pois creio em um Deus de amor.
A culpa será a tormenta dos dias. Uma pessoa que causou o aborto, a mulher que se submeteu ou quem a forçou a este, não conseguirá esquecer o delito. Sempre que olhar para uma criança, para uma mãe, uma família, ou até mesmo em seus momentos de reflexão será lembrado o momento do mal irreparável a um ser indefeso.
Sempre que falamos em aborto pensamos em uma vida extirpada, negada o seu direito de vir ao mundo, de existir. Mas se imaginarmos a sensação de despreso, de rejeição, de desamor a situação se torna mais complexa. As cargas negativas sentidas por esse espírito preparado por Deus para receber a sua matéria serão ínfimas. Todo o sentimento de amor e carinho é derrubado pela ira.
Um único ato desorganiza todos os própósitos da vida e tal desestruturação se dá pelo egoísmo, pela facilidade de se livrar da "carga" gerada por um ato inpensado, sendo muito mais fácil acabar com o "problema".
O amor ao próximo, a caridade, a humanidade são princípios básicos para uma vida de paz.
A paz é o bem mais almejado e estimado pelos homens e decepcionar aos ensinamentos de Cristo é perecer em uma vida sem paz!